POCHETE MAYA COURO

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A pochete carrega uma associação difícil de desfazer: a de acessório funcional, esportivo, de baixo valor percebido. A Maya foi desenhada para desfazer isso.

Tudo na construção vem do vocabulário de bolsa, não de pochete. A lapela arredondada desce sobre a frente com o mesmo desenho de uma bolsa de ombro. O couro é liso e de boa gramatura, com costura contida. A barra horizontal de bambu no fecho é a mesma peça esculpida à mão que aparece nas bolsas de couro da coleção — não uma versão simplificada.

Com 24 centímetros de largura por 14 de altura e 6 de fundo, a Maya tem capacidade real: celular, carteira, chaves, óculos e batom entram sem forçar. É mais do que a maioria das pochetes comporta, e é o que a torna viável como bolsa única de um dia.

O cinto em couro é ajustável, com furos e fivela. Isso abre duas formas de uso que mudam completamente a leitura da peça: na cintura, ela é funcional e discreta, quase invisível sob um casaco aberto; cruzada no peito, sobre camisa ou vestido, ela vira elemento de composição e desenha a diagonal.

Três cores: preto, tamarindo e macadâmia. Em preto, a Maya é a peça neutra que atravessa qualquer look; em tamarindo, ela ganha temperatura e vira ponto de cor; em macadâmia, funciona como neutro quente que substitui o caramelo.

Forro em gorgurão. Assinada à mão, dentro da tradição autoral que a Glorinha Paranaguá construiu desde 1990.

Principais características

•          Construção de bolsa, com lapela arredondada em couro

•          Barra horizontal de bambu no fecho, esculpida à mão

•          Cinto em couro ajustável, com furos e fivela

•          Uso na cintura ou cruzada no peito

•          Capacidade real: 24 x 14 x 6 cm

•          Forro em gorgurão

•          Três cores: preto, tamarindo e macadâmia

•          Produção nacional, 100% feita no Brasil

Para quem é esta bolsa?

A Pochete Maya é para quem quer as mãos livres o dia inteiro e não aceita o compromisso estético que a maioria das pochetes exige. Atende quem se desloca a pé, viaja, vai a shows e festivais, e quem carrega criança ou compras. A construção em couro com bambu coloca a peça no mesmo registro das bolsas da coleção — é uma pochete que não pede desculpa.

Quando e como usar

Viagem, cidade, show, festival, fim de semana, dia com as mãos ocupadas. Na cintura sobre calça de alfaiataria ou jeans, a Maya é discreta e some sob um casaco aberto. Cruzada no peito sobre camisa ou vestido, ela vira composição: a diagonal do cinto organiza o torso e a peça deixa de ser acessório funcional para virar escolha estilística. Em tamarindo, essa segunda leitura funciona melhor, porque a cor pede visibilidade.

 

Material: Couro e Bambu

 Forro: Gorgurão
Dimensões: 20 x 12 x 4 cm Obs: Acompanha alça Crossbody e Cinto.

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